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Consultoria Financeira

Consultoria Financeira

Consultoria Financeira


Todo empreendedor sabe que um empreendimento só cresce e se desenvolve de maneira sadia se possuir um bom nível de organização financeira. Afinal, sem dinheiro em caixa não é possível operar e, muito menos, sobreviver por muito tempo.

O planejamento financeiro é um dos pilares mais importantes de qualquer organização que busque um bom desempenho. Sabemos que uma das melhores formas de ter um planejamento eficaz e que traga bons resultados é buscando uma consultoria financeira.

Mas como saber quando é necessário buscar ajuda?

Através de diagnóstico realizado por meio de análise de dados, a consultoria financeira irá diagnosticar problemas, propor soluções e implementar um projeto a fim de alavancar os resultados do negócio.

Sabemos que, para alcançar o sucesso em um empreendimento empresarial ou pessoal, é necessário um bom planejamento financeiro. Uma consultoria financeira profissional é importante porque pode melhorar a forma de administrar suas finanças, otimizando seus recursos, propondo melhores investimentos e, consequentemente, aumentando a rentabilidade do seu negócio.

Além disso, podemos entender para qual direção a empresa está seguindo, e assim, poder ajustar o rumo se for necessário ou maximizar o que já está sendo feito, de forma a alcançar melhores resultados. A grande maioria das organizações se preocupa apenas em observar o fluxo de caixa, porém esses indicadores podem não representar se a empresa está obtendo lucro. Essa é outra função da consultoria financeira, analisar e entender a lucratividade da empresa. Quando se contrata uma boa empresa de consultoria financeira e os participantes da organização estão envolvidos, o investimento é recuperado e ocorrem melhorias nos resultados obtidos.

A consultoria financeira pode ser empresarial ou pessoal, com possibilidade de ser aplicada em grandes e pequenas empresas.

CONSULTORIA FINANCEIRA PARA EMPRESAS

é aquela que busca melhorar a estrutura e gestão financeira da organização, solucionando problemas financeiros.

As áreas de atuação da consultoria financeira empresarial são:

- Diagnóstico econômico-financeiro: o objetivo é mostrar ao empresário o que aconteceu no passado da empresa, analisando custo, lucro e fluxo de caixa; - Análise de viabilidade: é uma análise feita para além de mensurar os negócios já existentes, definir novos negócios para empresa e sua viabilidade. Itens como orçamento, precificação dos produtos e serviços, fluxo de caixa projetado, cálculos de payback e TIR (taxa interna de retorno) são analisados e trabalhados

- Planejamento estratégico financeiro: é a fase em que é feito o diagnóstico da situação financeira da empresa e em que os objetivos são definidos. é feito um estudo profundo das despesas para ter mais eficiência e reduzir custos. São analisados os centros de custos e unidades de negócios para se conhecer a rentabilidade de cada um deles e a partir daí fazer projeções do futuro da empresa. Em poucas palavras, por meio desse planejamento a empresa é organizada para aumentar o seu valor;

- Consultoria financeira e administrativa: está relacionada à administração dos recursos financeiros da empresa, atuando na classificação das despesas, centros de custos e estruturação de regimes de caixa e competência. Além de definir políticas de capital de giro, distribuição de lucro e estrutura de capital;

- Gestão Financeira: busca melhorias na gestão do dia a dia através de ferramentas e análise de indicadores financeiros;

- Análise e Gestão de Custos: analisa como os custos da organização se comportam, de modo a identificar, corrigir ineficiências e melhorar a gestão;

- Formação de Preço: identifica o melhor preço de venda do produto, considerando os custos, margem de contribuição e o mercado;

- Avaliação de Empresa (Valuation): é um estudo que visa definir o valor financeiro de uma empresa, analisando sua capacidade de gerar caixa futuro;

- Análise de Viabilidade Econômico-financeira: analisa riscos de novos investimentos de acordo com cenários e retornos esperados;

- Auditoria Financeira: busca revisar demonstrações financeiras, o sistema financeiro, registros, transições e operações de uma entidade.


CONSULTORIA FINANCEIRA PESSOAL

Tem como objetivo a melhoria da organização financeira pessoal, estratégia de investimentos e mudança de hábitos pessoais.

As áreas de atuação da consultoria financeira para pessoa física são:

- Coaching financeiro: é um processo que auxilia o cliente a alcançar suas ambições financeiras pessoais, buscando reflexões sobre consumo e suas consequências;

- Controle orçamentário: tem como intuito dar suporte para a pessoa dominar seu orçamento doméstico, controlar e otimizar seus gastos;

- Gestão de dívidas: visa fazer com que as pessoas quitem suas dívidas, buscando solucionar problemas causados por essas dívidas através de um planejamento assertivo;

- Gestão financeira familiar: busca gerenciar a renda e o patrimônio de uma família a partir da gestão de caixa, seguros, planejamento educacional, contabilidade, dentre outros;

- Planejamento de Investimento: oferece suporte para que a pessoa saiba quais são as melhores opções para investir o dinheiro no momento, e assim obter retorno no futuro;

- Planejamento para aposentadoria: procura avaliar e planejar formas complementares de garantir a tranquilidade financeira futura do cliente, analisando o que pode ser feito agora.
Assessoria Contábil

Assessoria Contábil

Assessoria Contábil


A pressão da competitividade de mercado se faz cada vez mais presente na rotina de uma empresa. Todo dia um novo desafio é criado e, para vencê-lo, é fundamental entender muito bem a estrutura de sua empresa e pensar alternativas para sobreviver a essa selva, também chamada de mercado.

Mas se você acha confuso, burocrático e até entediante aprender sobre questões contábeis, fiscais e afins, uma assessoria contábil pode te ajudar nessa batalha!

O trabalho desenvolvido pela consultoria contábil, através da análise e interpretação das informações dos registros diários e das demonstrações expositivas de uma empresa, permite prestar uma assessoria mais eficiente, não só da parte contábil, como também da fiscal, previdenciária e trabalhista, ajudando assim a melhorar a saúde, principalmente financeira, da empresa.

Uma boa assessoria contábil pode ser útil, por exemplo, na decisão sobre o enquadramento fiscal de determinada empresa. Esse enquadramento é que irá determinar a faixa de imposto em que ela se encaixa, ou seja, irá definir se seu regime será o simples, lucro real ou lucro presumido. Dependendo do tamanho da empresa, o imposto impacta diretamente na sua margem de lucro, logo, é fundamental estar bem assessorado para não perder vantagens diante do mercado.

Outra função da assessoria é auxiliar a empresa quanto às tomadas de decisões de negócios. Por exemplo, ao se contratar um funcionário é preciso entender que seu custo não se restringe apenas ao salário, mas também a todos os outros custos e impostos que essa contratação acarreta. Fazer este cálculo com precisão é muito importante para planejar o fluxo de caixa da empresa e pensar na melhor forma de fazer com que ela cresça.

Toda empresa, tanto as já abertas quanto as que estão prestes a nascerem, precisam de serviços contábeis. As necessidades de cada empresa mudam de acordo com suas características, o que influencia diretamente nos formatos de serviços contábeis que elas precisam realizar.

Quanto maior for a empresa e quanto mais complexos forem seus processos internos, mais necessária se torna a assessoria contábil, pois a contabilidade passa a assumir o peso de uma ferramenta de gestão, que entrega informações pertinentes e que auxiliam nos planejamentos estratégicos das empresas.

Para empresas menores, os serviços de assessoria contábil podem se voltar mais para a organização do negócio para lidar com questões tributárias e trabalhistas que são impostas pela Lei.

Vantagens de se contratar uma Assessoria Contábil:

Sem dúvida a maior vantagem é a implementação de melhorias que agreguem valor à empresa como um todo. Entretanto, uma assessoria contábil pode oferecer diversos outros benefícios que também ajudam a aperfeiçoar o desenvolvimento das atividades da empresa:

- Auxílio na escolha do regime tributário ideal, orientação quanto à classificação fiscal, redução de gastos com impostos e mais eficiência na administração financeira;

- Oferecer uma visão externa, sem vícios nem ideias pré-concebidas pela empresa (especialmente importante na fase de diagnóstico);

- Incentivo para tomada de novas decisões. Aas conclusões dos trabalhos das assessorias são mais racionais, enquanto os envolvidos diretamente com as empresas tendem a tomar decisões mais emocionais e políticas;

- A assessoria disponibiliza de mais ferramentas para fazer comparações com a realidades de outras empresas na mesma área de negócio;

- União do know-how interno com a experiência externa;
Assessoria Jurídica

Assessoria Jurídica

Assessoria Jurídica


é sabido que o sucesso não vem de uma só pessoa, afinal ninguém é expert em tudo, e necessita de apoio para realizar suas tarefas, e o que não falta em uma empresa é tarefa.

O empresário de sucesso não pode perder tempo com questões que tomam muita energia e exigem extrema capacidade técnica como é o caso das questões jurídicas. O empreendedor tem que cuidar do core business da empresa, ou seja, a alma do negócio do qual ele entende muito bem.

Entretanto para deixar de lado essas outras questões o empresário precisa estar bem assessorado, de modo que obtenha pareceres rápidos, para suas tomadas de decisão, de forma que esteja sempre seguro dos próximos passos através de orientação jurídica.

Em tempos de crise, a assessoria jurídica se torna ainda mais necessária em vários aspectos, a exemplo, a recuperação de crédito, a reestruturação do negócio, à novação das dívidas, estratégias como recuperação judicial, compliance, contratos, admissão e demissão de funcionários, e tantas outras questões que demandam um profissional da área jurídica e que trazem grandes benefícios à empresa.

Empresas de sucesso veem a assessoria jurídica não como um custo, mas como um investimento e blindagem do patrimônio empresarial seja ele físico ou incorpóreo.

é muito importante a empresa estar bem assistida por profissionais da advocacia que prestam assessoria jurídica empresarial, e saber como pode se beneficiar desse trabalho.

A principal finalidade da assessoria jurídica é desenvolver ferramentas e auxiliar a empresa ou pessoa física na execução das suas tarefas diárias, assumindo a responsabilidade por todos os procedimentos legais da mesma, o que possibilita a concentração do cliente no seu core business, mantendo o foco no que o negócio ou pessoa física tem de diferencial competitivo.

O serviço de assessoria jurídica tramita por várias áreas de atuação, vários campos do direito, como por exemplo, o Direito Empresarial, o Direito Civil, Direito Contratual, Direito Sucessório, Direito de Família, Direito do Trabalho, Responsabilidade Civil, Direito Imobiliário, Direito Ambiental e, em alguns casos, envolve o conhecimento de áreas afins ao Direito, como Contabilidade, Administração e Marketing.

Talvez o maior problema hoje seja contratar um advogado quando o problema já está instalado e para causas avulsas.

Em todas as áreas, tratar o problema é sempre mais caro do quer preveni-lo. Na assessoria jurídica para empresas de sucesso não é diferente. O fato é que os custos advindos com uma consultoria preventiva são muito menos impactantes do que os gastos suportados no processo contencioso.

Quando a empresa possui uma assessoria jurídica que a atenda, esses profissionais passam a conhecer do negócio e acompanham o empresário na tomada de decisões evitando assim diversos problemas futuros.

Empresas de qualquer porte podem ter uma assessoria jurídica, isso porque o valor do serviço vai variar do tamanho da empresa e de suas complexidades. Um bom trabalho de assessoria jurídica consegue antever os problemas que a empresa poderá passar, sejam eles trabalhistas, tributários ou cíveis.

é ideal que o empreendedor tenha uma assessoria da sua confiança, que conheça seu negócio e seus riscos, para que possa orientá-lo de forma segura e prática. Essa confiança é adquirida ao longo do tempo, da convivência e da construção de uma parceria onde todos ganhem.

A assessoria jurídica deve ser buscada pelas pequenas, médias e grandes empresas para as diversas questões em relação com sindicatos e com o Ministério Público do Trabalho. Redação de contratos, não só de empregados, mas de estagiários e prestadores de serviços terceirizados. Análise, prevenção e atuação perante todos seus prestadores de serviços de todos os tipos.

Deve o empresário se perguntar se vale a pena correr riscos, seja ele de que tamanho for, ou assegurar-se junto a uma assessoria jurídica para empresas. Sem dúvida, a prevenção é mais lucrativa!

Outro fator de extrema relevância que se deve mencionar no que tange à assessoria jurídica de empresas de sucesso, é a questão do conceito “respeito”. Empresas que possuem departamento jurídico, ainda que não seja interno, geram para os concorrentes, fornecedores, consumidores e parceiros um respeito no trato com essa empresa.

Tenha certeza que o conceito gera credibilidade, gera cuidado, gera uma boa impressão daqueles que se relacionam com a empresa e nada mais imponente que um jurídico bem estruturado e cuidando dos vários problemas que a empresa de qualquer porte possa passar.

A empresa que possuiu uma assessoria jurídica forte, também demonstra força e um bom conceito de administração. O momento é de se profissionalizar e o mercado espera uma empresa que respeite e seja bem conceituada, e a assessoria jurídica é um dos fatores que mais contribuem para isso.

áREAS DE RELEVâNCIA DA ASSESSORIA JURíDICA PARA O EMPRESáRIO

Existem várias áreas que a assessoria jurídica pode explorar e auxiliar o empresário:

Direito Societário/Regularização da atividade

Problemas: Sociedade irregular; Estrutura societária inadequada; Ato constitutivo omisso e/ou irregular; Ausência de planejamento societário; Participação e responsabilidade pessoal dos sócios; Ausência de acordo de sócios; Imóvel inadequado; Descumprimento de obrigações sujeitas à fiscalização do Estado; Ausência de licenças; entre outros.

Riscos: Sanções administrativas pecuniárias; Sanções administrativas de proibições e impedimentos do desenvolvimento da atividade; Responsabilização ilimitada dos sócios; Conflitos entre sócios; Impossibilidade de retirada de certidões; Impossibilidade de participação em procedimentos licitatórios; Dificuldade na obtenção de financiamentos; Sanções de natureza criminal; entre outros.

Direito Trabalhista/Previdenciário

Problemas: Desconhecimento dos direitos e deveres dos funcionários; Desconhecimento dos riscos trabalhistas; Descumprimento de obrigações trabalhistas; entre outros.

Riscos: Reclamações trabalhistas ajuizadas no Poder Judiciário e gastos com honorários advocatícios; Execuções, Penhoras e bloqueios de contas;

Pagamentos em duplicidade; Sanções administrativas pecuniárias; Dificuldade na obtenção de financiamentos; Dificuldade de captação e retenção de pessoal; Sanções de natureza criminal; entre outros.

Direito Tributário

Problemas: Regime inapropriado; Ausência de planejamento tributário; Desconhecimento ou descumprimento de obrigações tributárias; Ausência de suporte jurídico à contabilidade da sociedade; entre outros.

Riscos: Tributação mais elevada; Sanções de natureza administrativa e criminal; Sanções administrativas pecuniárias; Impossibilidade de retirada de certidões; Execuções, Penhoras e bloqueios de contas; Impossibilidade de participação em procedimentos licitatórios; Dificuldade de obtenção de financiamentos; Cadastro no CADIN; entre outros.

Direito Civil/Consumidor

Problemas: Desconhecimento/descumprimento da legislação consumerista em relação aos clientes; Desconhecimento/descumprimento da legislação específica aplicável ao negócio; Hipossuficiência jurídica na realização de contratos e parcerias; entre outros.

Riscos: Demandas judiciais e gastos com honorários advocatícios; Execuções, Penhoras e bloqueios de contas; Pagamento de indenizações; Celebração de contratos onerosos e assunção de multas contratuais; Celebração de contratos onerosos com investidores; Conflitos com fornecedores e parceiros indispensáveis ao negócio; Cadastro nos órgãos de proteção ao crédito; Dificuldade na obtenção de financiamentos; entre outros.

Propriedade Intelectual

Problemas: Ausência registros e proteção de marcas, patentes, direitos autorais, desenhos industriais, programas de computador, entre outros. Riscos: Demandas judiciais e gastos com honorários advocatícios; Pagamento de indenizações; Perda da titularidade da marca ou invenção; Comprometimento dos sinais distintivos; entre outros.
Marketing e Vendas

Marketing e Vendas

Marketing e Vendas


Quando se trata de gerar receita para a empresa, pensamos logo em vendas. Quando é para fortalecer o posicionamento da marca, marketing. Mas quando falamos em clientes, em relacionamento, em conversões, o alinhamento entre marketing e vendas é peça fundamental na conquista dos objetivos de qualquer empresa.

A missão do marketing é ajudar a empresa a atingir seus objetivos de negócio, sejam eles quais forem. Pode ser o aumento de vendas, crescimento da fatia de mercado (market share), captação de leads, fortalecimento da marca, divulgação de produtos e serviços, entre outros. Ou seja, é um trabalho amplo, que demanda várias competências reunidas e impacta em toda a organização.

O marketing não é feito apenas pelo time de marketing, mas por todos os profissionais que trabalham na empresa.

Não adianta fazer campanhas de marketing impecáveis se o atendimento é falho; se os funcionários são mal-educados; se a empresa permanece suja. A percepção dos clientes será negativa em todos esses casos.

Sendo assim, o marketing é mais do que estratégias de divulgação, ele é responsável por desenvolver uma percepção positiva em relação à empresa em todas as instâncias.

Conhecimento de mercado

O marketing é responsável por realizar pesquisas de mercado visando entender o ambiente de negócios da empresa, bem como o perfil dos clientes que ela pretende atingir.

é ele quem planeja, quem define a abordagem que será dada em cada interação entre empresa e potenciais clientes. Para tanto, o marketing mune-se de dados e informações, identifica tendências e comportamentos, desenvolve buyers persona e passa a focar todas as ações para que a empresa atinja os objetivos traçados no planejamento estratégico.

Captação de leads

é também o marketing quem deve atrair leads orgânicos para a empresa, isto é, pessoas interessadas no que ela tem a oferecer.

Esse trabalho só é possível porque marketing tem as informações que possibilitam chegar até esse público através de uma comunicação clara e assertiva, desenvolvida para que seja natural e sirva aos interesses de potenciais clientes que ainda não estão prontos para a compra.

Para atrair leads, o marketing se utiliza de estratégias de comunicação on e offline, como marketing de conteúdo, SEO, links patrocinados, publicidade em vias públicas, comerciais de rádio e TV, distribuição de materiais impressos, entre outros. Isso quer dizer que não há um vendedor em cada esquina laçando os potenciais clientes.

O marketing faz um trabalho massivo de consciência de marca para que as pessoas se envolvam espontaneamente com a empresa.

Nutrição de leads e relacionamento

Após captar um lead, o marketing também fará o papel de educador, nutrindo esse lead com conhecimento relevante e útil para que ele possa amadurecer a ideia de compra.

Ele será responsável por iniciar e manter um relacionamento com estas pessoas que podem, em determinado momento, tornarem-se clientes da empresa. Mas o marketing não está necessariamente interessado em uma conversão imediata, o que ele quer é construir uma base sólida para que as pessoas tenham uma percepção positiva sobre a empresa e tornem-se disseminadoras da sua mensagem.

As vendas são consequência desse relacionamento.

Oportunidades de vendas

Ao nutrir leads, o marketing está qualificando-os, ou seja, selecionando aqueles mais propensos à compra, a fim de repassá-los para vendas.
Ou seja, marketing prepara o terreno, encanta os leads, envolve-os, para então transformá-los em oportunidades de negócios. Mas não é o marketing quem transforma leads em clientes.

Convertendo leads em clientes com vendas

Uma vez que os leads foram atraídos, nutridos e selecionados, vendas recebe-os para que possam ser transformados em clientes.

Enquanto o marketing investe na comunicação, no relacionamento, na confiança. Vendas se pauta no poder de persuasão dos vendedores para destacar os benefícios e vantagens dos produtos e serviços, convencendo os leads a comprarem.

Neste sentido, vender requer outras habilidades que não se encontra em marketing, mas que são essenciais para que o ciclo de vendas se complete.

Entendimento de necessidades

O vendedor é quem tem contato direto com os clientes, ou seja, pode extrair outras informações que o marketing não tem acesso.

Frente a frente com o cliente, o vendedor pode perguntar, fazer a leitura dos gestos e expressões, rebater as objeções e assim entender, com muito mais clareza, aquilo que o cliente realmente precisa.

A partir disto, o vendedor é capaz de conectar a necessidade do cliente à solução da empresa, destacando como cada produto ou serviço pode ajudar na resolução de um problema ou necessidade.

Negociação

Mais do que simplesmente dizer como a empresa pode ajudar o cliente, o vendedor tem que chegar a um equilíbrio entre preço e oferta. Ter uma solução mágica não basta, precisa ser acessível também.

é aí que entra o poder de negociação de vendas, o que nem sempre observamos no marketing.

é na negociação que vendas vai trabalhar a oferta de valor da empresa dentro das possibilidades de cada cliente, fazer propostas, receber contrapropostas, até que se chegue a um consenso.

A missão do vendedor será persuadir o cliente a levar o melhor produto ou serviço.

Conversão

Quando as negociações terminam bem, o cliente aceita a oferta de valor da empresa e fecha o negócio. Ou seja, a conversão se dá pelo trabalho de vendas, mas não significa que somente este setor influenciou na decisão de compra. Marketing deve ter feito um ótimo trabalho de preparo, de argumentação por meio de conteúdo, de publicidade e propaganda para que o cliente chegasse até a empresa.

Vendas dá continuidade ao trabalho do marketing. O alinhamento entre esses dois times é fundamental para que a empresa potencialize suas oportunidades de vendas.

Se uma empresa tem marketing, mas não tem vendas, não dá vazão aos leads que se acumulam no funil de vendas, já que nem todos tomam a decisão de compra por conta própria. Se qualquer lead precisar de um empurrãozinho a mais, a empresa que não tem um setor de vendas estruturado tem um problema.

Na situação inversa, uma empresa que tem um setor de vendas, mas não tem um marketing estruturado, as vendas até acontecem. Mas dão muito mais trabalho do que você possa imaginar.

O melhor a se fazer é com que marketing e vendas trabalhem em conjunto em prol dos mesmos objetivos, ou seja, geração de receita para o negócio.
Planejamento Estratético

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico


Planejamento estratégico é uma competência da administração que auxilia gestores a pensar no longo prazo de uma organização. Alguns itens e passos cruciais para o plano estratégico são: missão, visão, objetivos, metas, criação de planos de ação e seu posterior acompanhamento.

O planejamento estratégico funciona como um guia para auxiliar a sua empresa a caminhar em direção ao sucesso.

O objetivo do planejamento estratégico é definir uma direção para a empresa. E o processo de definição é tão importante quanto o plano. é um momento de reflexão, discussão, interação, de avaliação interna de forças e fraquezas, das oportunidades do mercado, do perfil da concorrência, da elaboração de planos e definição de objetivos e metas.

O planejamento estratégico é fundamental para desenvolver uma visão de médio e longo prazo e, assim, conquistar os objetivos do negócio.

Apesar de parecer mais uma daquelas tarefas sem aplicação prática, não se engane, planejar é o que permite que a empresa se organize, torne os processos mais eficientes e, assim, obtenha diferenciais competitivos.

O que é planejamento estratégico?

O planejamento estratégico é o que orienta as empresas na tomada de decisões e na distribuição de seus recursos no período que virá a seguir.

Esse é um trabalho que pode — e deve — ser desenvolvido por qualquer negócio, independentemente de seu porte ou segmento de atuação. Afinal, assim como todas as empresas precisam crescer e atingir objetivos, também é necessário se organizar e elaborar um plano de ação que seja coerente para tanto.

Vale dizer, porém, que o planejamento estratégico precisa ser um processo que envolva todas as equipes e níveis da empresa.

OOu seja, ele deve unir o comprometimento e dedicação do líder com o engajamento dos times para que, assim, todos trabalhem em harmonia e focados nos mesmos propósitos.

Por que o seu negócio precisa desse planejamento?

Sabemos que, sem planejamento, fica bem difícil conquistar os objetivos pretendidos.

Sem essa organização prévia, a empresa fica perdida e não sabe onde deseja chegar e muito menos como chegar. E, na maioria das vezes, isso acontece porque a empresa não compreende a sua cultura ou seus diferenciais.

Mesmo que lá no começo você tenha feito a lição de casa e definido a missão e valores, é comum que eles se percam com o passar dos anos.

Dessa forma, enxergar todo o potencial do negócio e ver além do óbvio para sair na frente no mercado se torna uma tarefa bastante complexa e trabalhosa.

O planejamento estratégico também ajuda a empresa a descobrir os caminhos mais adequados para conquistar os objetivos.

Imagine que, sem ter conhecimento dos diferenciais, fraquezas e do mercado em que o negócio está inserido, elencar as melhores estratégias se torna um jogo de achismos e intuição. E, como você deve saber, esse tipo de abordagem dificilmente é bem-sucedida.

Além disso, essa pode ser uma excelente maneira de engajar as equipes e fazer com que todos trabalhem focados em um objetivo comum.

Quando está claro para os colaboradores quais os valores da empresa e as metas a serem alcançadas, é muito mais fácil de promover a colaboração e, inclusive, criar um ambiente em que todos se sintam responsáveis e igualmente recompensados pelo sucesso.

Por isso, enxergue o planejamento estratégico muito além do papel. é ele que vai fazer com que a empresa caminhe para o crescimento sem perder a sua identidade ao longo do trajeto.

Como fazer um planejamento estratégico?

Para que o seu planejamento estratégico seja eficaz, é preciso ter um cronograma e seguir algumas etapas específicas.

Diagnóstico

Também conhecido como análise SWOT, o primeiro passo envolve olhar para dentro da empresa e para o mercado para entender o momento atual. Ou seja, esse é o momento de elencar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Analise os diferenciais e os pontos que precisam ser melhorados e, depois, faça o mesmo com o ambiente externo. Ou seja, identifique as oportunidades e ameaças que impactam a organização, tais como a sazonalidade ou a situação econômica do país.

O diagnóstico é importante para que seja possível entender o contexto em que a empresa está inserida e, assim, as ações mais adequadas para alcançar os objetivos sejam identificadas.

Identidade organizacional

Para que o seu negócio seja único, ele precisa de uma missão, visão e valores que sejam reconhecidos tanto pelo público interno quanto pelo externo.

é exatamente por isso que a filosofia da empresa é tão importante e deve ser levada a sério. Até porque é ela que vai orientar a tomada de decisões e as diretrizes estratégicas.

A missão é a razão pela qual a sua empresa existe, enquanto a visão é o que vocês aspiram se tornar ou onde desejam chegar. Já os valores representam os princípios que guiam a cultura da empresa e, inclusive, dos colaboradores.

Assim, a identidade organizacional funciona como um importante guia para contratar novas pessoas, fechar contratos com fornecedores e, inclusive, lançar produtos e serviços no mercado. Por isso, é fundamental reforçá-la a todo momento e garantir com que ela permeie todo o negócio.

PPara quem já tem essa parte do planejamento estratégico pronta, vale a pena entender quando ela foi desenvolvida para ver a necessidade de se fazer uma revisão.

Uma empresa pode mudar muito ao longo dos anos e pode acontecer que a missão, visão e valores sejam modificados ao longo do tempo por não se adequarem mais à imagem transmitida desejada.

Metas e indicadores de sucesso

Agora é hora de colocar no papel onde o negócio precisa chegar e quais os dados que indicarão o sucesso dessa jornada.

As metas a serem conquistadas precisam envolver toda a organização. Por isso, pode ser preciso criar uma meta geral e, depois, transformá-la em metas de vendas, marketing, recursos humanos e assim por diante.

Um ponto importante aqui é que os objetivos devem ser desafiadores, no entanto, realistas. Então, nada de sonhar muito alto e colocar números impossíveis de serem alcançadas dentro do mercado ou da realidade da empresa.

Os indicadores permitirão acompanhar o desempenho das metas, dessa forma, se uma das metas é conquistar um faturamento pré-definido, o próprio faturamento mensal será um dos indicadores a ser acompanhado ao longo dos meses.

Por fim, faça com que todos os colaboradores tenham ciência de todas essas metas e indicadores. Dessa forma, cada um saberá a sua importância e o seu papel para que a empresa chegue ao lugar desejado.

Plano de ação

A essa altura, vocês já sabem onde a empresa está, quem ela é e onde ela precisa chegar. Então, está na hora de partir para a ação!

O plano de ação é o que viabiliza conquistar as metas e objetivos definidos, com base em um cronograma e na definição de responsáveis.

Isso significa que é preciso definir quais atitudes serão tomadas e delegar quem vai executar cada uma delas. Ter essas informações documentadas pode ser o diferencial entre uma estratégia bem-sucedida e uma problemática, por isso, fique bem atento a essa etapa.

Como nem tudo pode ser prioridade, é fundamental elencar as ações para que elas aconteçam por ordem de importância. Com isso, o que for mais simples ou urgente deve ser realizado primeiro.

Para ajudá-lo, pense em quais ações realmente farão a diferença para conquistar os objetivos e dê preferência a elas.

Acompanhamento e análise

Como última etapa do planejamento estratégico, defina uma periodicidade de reuniões para que as áreas da empresa possam se encontrar, apresentar e debater os resultados alcançados.

Normalmente, esse encontro acontece todas as semanas, assim, é possível falar sobre o que aconteceu na semana anterior e pensar nos próximos passos.

Além desse encontro, também é importante reunir os gestores sempre que possível para que os resultados sejam avaliados. Aqui, também deve-se revisar e redefinir a análise SWOT, as metas e o plano de ação. Afinal, o mercado não é estático e é preciso de adequar a todo momento.

Liderança e engajamento são essenciais

Esse não é necessariamente um passo para desenvolver um planejamento estratégico. No entanto, se as equipes não forem envolvidas e não estiverem engajadas a cumprir com o plano de ação e a colaborar umas com as outras, a sua empresa dificilmente sairá do lugar.

Tomemos por exemplo um negócio que tenha como meta aumentar o faturamento até o final do próximo ano. Para isso, será preciso desenvolver uma boa estratégia de marketing e vendas, certo?

Porém, por melhor que seja a estratégia, as equipes de marketing e vendas não conseguirão realizá-la sozinha se a logística também não traçar um plano para suprir a demanda dos clientes ou, então, para tornar os produtos mais competitivos.

O administrativo também precisará cumprir com a sua parte e emitir as notas com agilidade. Assim como o RH precisa engajar e reter os colaboradores.

Uma boa liderança, então, faz toda a diferença para manter todos motivados e fazer com que a filosofia organizacional se mantenha. Além disso, é papel do líder estimular a criatividade, a proatividade e a união da equipe.

Veja também: Coaching e Mentoria

Fazer com que toda a empresa trabalhe em conjunto não é uma tarefa fácil. No entanto, é isso que fará com que um planejamento estratégico saia do papel e se transforme em valiosos diferenciais para o negócio!

Plano de Negócios

Plano de Negócios

Plano de Negócios


Para tudo que fazemos há um planejamento. Seja uma viagem, uma festa ou até mesmo um texto. Esse planejamento pode ser feito mentalmente, de forma rápida, ou através de um bloco de notas ou um documento, exigindo maior dedicação. E assim como todas essas coisas, abrir uma empresa requer um planejamento preciso.

Assim, antes mesmo de abrir uma empresa, é necessário fazer um plano de negócios e estudar a viabilidade do empreendimento. Além disso, o plano de negócios de uma empresa é de suma importância para que se possa ter noção de onde sua empresa está indo e por qual caminho seguir. Para evitar riscos futuros, criar um plano de negócio é indispensável!

O que é um plano de negócios?

Um plano de negócios é um projeto de como sua empresa funcionará. Ele é importante tanto para pessoas que estão abrindo empresas, quanto para aquelas que estão ampliando o empreendimento. Desde investimentos do financeiro, até o marketing geral da empresa, esse plano contém os objetivos do negócio e seus propósitos. Assim, ele irá ajudar na tomada de decisões e investimentos relacionados ao futuro da empresa, te orientando a aplicar no que realmente importa para o seu negócio.

Ele indicará o que a empresa é e qual seu futuro, quais áreas gerarão melhor resultado de investimento e quais devem ser priorizadas. Questionará tudo: quando, como, porquê e com quem fazer negócio.

O que contém em um plano de negócios?

Esse plano é extremamente abrangente, alcançando todas as particularidades e detalhes de sua empresa. Ele possui:

- um resumo executivo, que traz todo o conteúdo do plano de forma centrada e sucinta;

- a visão e missão da empresa, que contém toda a trajetória e a imagem que a empresa deseja passar;

- a descrição geral da empresa, na qual está contido tudo o que se espera dela;

- a análise estratégica, que identifica forças, ameaças, oportunidades e fraquezas da empresa;

- a análise de mercado, que faz a identificação dos seus clientes, concorrentes e fornecedores;

- o plano de marketing e vendas, o qual aborda meios de divulgação que serão utilizados pela empresa;

- o plano financeiro, que traz em números, todos os dados relacionados ao seu negócio; o ramo de atividade, ou seja, qual ramo a sua empresa está inserida;

- o mercado consumidor, que analisa se os seus produtos tem demanda no local onde você pretende se instalar;

- o mercado fornecedor, que garante que você terá provedores para o seu negócio ao seu alcance;

- a concorrência, que auxilia o empreendedor a tomar inúmeras decisões, como localização, produtos, inovações; produtos e serviços, que define claramente o que será oferecido aos clientes, para que estes nunca fiquem desamparados por falta de planejamento;

- a localização, sendo este um ponto muito importante, pois o local precisa fazer sentido na comunidade ou qualquer que seja o local que seja instalado;

- o processo operacional, que se caracteriza como um roteiro de como as coisas deve ser feitas na sua empresa.

Uma dica que deve ser levada em conta, é a escrita que a sua empresa utilizará. Não é recomendado o uso de gírias, jargões técnicos e siglas. A sua escrita precisa ser clara e coerente com a proposta de sua empresa. A escrita dirá muito sobre a sua imagem, sendo, portanto, de extrema importância e atenção. Tudo isso pode ser feito por nossa equipe de profissionais da Eden Consultoria, que compreenderá exatamente aquilo que os nossos clientes estão prospectando.

Qual a importância desse planejamento?

Um plano de negócios de uma empresa possui diversos benefícios. Dentre eles, destacam-se:

- Melhor visualização do seu negócio: Por ter um documento com os dados da sua empresa, é possível visualizar de forma ampla todas as informações necessárias para um futuro investimento ou uma diminuição de gastos.

- Ser um indicador: com o plano de negócios se tem uma orientação maior de para onde se deve ir. Ele dará as informações necessárias para saber se você está no caminho certo ou se é preciso fazer alguma mudança no planejamento.

- Atrair investimentos externos: com uma base de informações sobre onde você pretende ter sua empresa no futuro e onde ela está agora, será mais fácil saber se investimentos serão necessários. Isso facilitará a conversação com um futuro investidor, porque, dessa forma, ele conseguirá entender as necessidades presentes e futuras da sua empresa.

- Trazem mais segurança: Empresários que possuem um plano de negócios demonstram que se importam com a gestão e o futuro da sua empresa. Enquanto empresários que não possuem o plano de negócios, passam a imagem de desinteressados.

Para saber se o plano de negócios terá ou não sucesso, é necessário que se façam cálculos financeiros por pessoas que verdadeiramente entendam e tenham experiência, como a equipe da Eden Consultoria. Afinal, essa estratégia permite “desenhar” um plano mais consistente e real, dentro de um orçamento disponível.

Todo esse processo é contínuo: planejar, executar o planejamento, controlar os resultados, corrigir as falhas e ficar em alerta com possíveis pontos de atenção são atividades que precisam fazer parte da rotina do empresário.

Ter um plano de negócios irá fazer apenas bem para sua empresa. Apesar de ser uma tarefa árdua e trabalhosa, ao contratar uma consultora financeira, essa parte ficará conosco, e aos nossos clientes, restarão às recompensas de uma projeção completa. Vale ressaltar, que a não realização de tal pode trazer prejuízos, já que não se tem um delineamento de o que se pretende com a empresa. Por isso, separe sempre um tempo para investir na atualização do plano de negócio da sua empresa e aposte nessa ferramenta como uma forma para crescer e conquistar bons resultados.
Gestão de Processos

Gestão de Processos

Gestão de Processos


Uma boa gestão de projetos é vital para o sucesso de qualquer empreendimento. Afinal, mesmo as melhores ideias — mesmo quando orquestradas pelos mais capacitados profissionais — podem fracassar caso não haja um gerenciamento de projeto realizado de maneira minuciosa e articulada.

Para que isso não ocorra, é necessário que seja implementada uma metodologia de gestão que abarque todos os setores da empresa, possibilitando uma manutenção e fluidez em todos os níveis operacionais da organização.

Antes de qualquer coisa, precisamos entender: o que é um projeto?

Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. Os projetos e as operações diferem, principalmente, no fato de que os projetos são temporários e exclusivos, enquanto as operações são contínuas e repetitivas.

Em síntese, projetos são únicos. Afinal, eles precisam atingir um objetivo claro, dentro de um prazo determinado, contando com um conjunto limitado de recursos (humanos, financeiros e materiais) que devem ser otimizados para alcançar as metas estipuladas, sem frustrar as expectativas iniciais de seus patrocinadores.

O que é gestão de projetos?

Gestão de projetos é o conjunto de conhecimentos, habilidades, técnicas e ferramentas utilizadas para planejar, executar e monitorar um projeto. A gestão de projetos envolve uma série de aspectos derivados de cinco fundamentos: A inicialização, o planejamento, a execução, o acompanhamento/controle e o encerramento.

é comum que algumas pessoas confundam “projeto”, com a sua gestão. A gestão de projetos está diretamente ligada à execução e controle do projeto, o gerenciamento de mudanças, alterações no escopo etc., portanto, tem o papel de garantir a finalização do projeto dentro dos recursos estimados ou o mais similar do que foi planejado inicialmente. De forma resumida: Gestão de Projetos nada mais é que o conjunto de conhecimento, técnicas, metodologias e habilidades para garantir o sucesso de um objetivo ou meta.

Por isso, quando falamos em “gerenciar”, não falamos apenas sobre chefiar e distribuir atividades aos membros da equipe de projeto. é sobre liderar um projeto para entregar o melhor resultado possível para as partes interessadas. Para compreender melhor o que essa disciplina gerencial faz, entenda qual o seu papel em uma organização.

Para que serve a gestão de projetos?

O gerenciamento serve para que o projeto seja concluído com sucesso. Esse resultado é alcançado quando o projeto é finalizado e atende aos requisitos estabelecidos na etapa de planejamento do projeto. Isso quer dizer que, quando concluído, o resultado deve ser satisfatório em relação ao prazo e aos custos estabelecidos.

Vale lembrar que o conceito de sucesso de um projeto transcende o atendimento a restrições de escopo, tempo e custo. Ele também reflete a satisfação do cliente com o resultado entregue. Assim, é fácil entender que um projeto concluído com êxito não é uma tarefa tão simples — e é isso que justifica a necessidade do gerenciamento.

Cada vez mais as empresas vêm observando que não é possível viver de apostas e fundamentar sua gestão em práticas intuitivas. Por isso, o gerenciamento de projetos surge como solução ao permitir que cada decisão de gerenciamento seja embasada em práticas recomendadas por especialistas e estratégias eficazes.

Vantagens da gestão de projetos

A gestão de projetos tem como base não apenas as habilidades técnicas para realizar o trabalho, mas também reúne as habilidades de gestão de pessoas e de relacionamento com o cliente.

Por isso, as vantagens trazidas pela gestão de projetos precisam atender a todos os envolvidos no processo: o gerente (responsável pelo planejamento, execução e supervisão do trabalho), a equipe de produção e o cliente, que aguarda ansiosamente para que o projeto seja entregue dentro do prazo, com custos previstos e todas as entregas realizadas.

Veja, a seguir, sete vantagens da gestão de projetos e descubra como esse recurso pode ajudar a sua empresa a alcançar ótimos resultados.

1. Maior controle dos processos

O acompanhamento de todos os processos de um projeto é uma tarefa complexa, então, que tal simplificar e otimizar essa gestão?

Esse é justamente um dos benefícios da gestão de projetos. Com ela, você consegue centralizar todas as etapas, recursos, prazos e envolvidos no projeto, desde o planejamento até a conclusão e entrega do trabalho.

Torna-se mais fácil realizar o acompanhamento e o controle de cada um dos processos, contribuindo para o aumento da produtividade. Melhor ainda é quando você tem, à disposição, um software de gestão de projetos.

2. Cumprimento do cronograma

Todo gerente sabe que não existe nenhuma garantia do cumprimento dos prazos de um projeto, já que imprevistos sempre podem acontecer.

E é por isso que a gestão de projetos é tão importante, pois, com o acompanhamento e a verificação de todas as informações disponíveis, é possível prever, minimizar e, até mesmo, evitar atrasos. Se for o caso, é possível ainda informar o cliente com uma maior antecedência sobre alterações no prazo e nos custos do projeto.

3. Monitoramento da lucratividade

Quando o gerente de projetos está ciente dos custos envolvidos em cada uma das etapas do trabalho, é possível ter um maior controle do retorno sobre os investimentos realizados.

Esse gerenciamento de custos é útil para o controle de despesas e das negociações com fornecedores ou clientes e faz com que você fique cada vez mais ciente dos lucros obtidos.

4. Riscos minimizados

Todo projeto está exposto a riscos, mas a boa gestão contribui para a redução de possíveis prejuízos, já que o gestor está preparado para identificá-los e minimizá-los.

Quanto maior a quantidade de informações sobre o projeto, mais fácil será antecipar as soluções preventivas e corretivas para que esses riscos não se transformem em problemas reais.

Você também pode utilizar sua experiência de projetos anteriores, afinal, as lições aprendidas no passado estão entre as questões que não podem ser desconsideradas na gestão de projetos atuais.

5. Agilidade na tomada de decisões

Tempo é dinheiro e, se for mal administrado, pode resultar em mais trabalho. A prática da gestão de projetos tem, entre seus benefícios, a possibilidade de uma maior agilidade nos processos decisórios.

Com todas as informações estruturadas e o levantamento daquilo que pode sair errado no projeto, é mais fácil pensar em ações imediatas e eficazes.

Outro impacto positivo da agilidade na tomada de decisões é a maior eficiência de gestão, o que permite que você se envolva em uma maior quantidade de ações, sem perder a qualidade do serviço apresentado.

6. Maior engajamento do time

O gerenciamento eficiente permite que você deixe claro para a equipe qual será o trabalho de cada membro e o prazo que eles têm para a entrega das atividades.

Quer resultados ainda melhores? Aproveite a gestão de projetos para melhorar sua relação com a equipe e melhorar o engajamento desses profissionais em cada um dos processos.

Nunca se esqueça de que são eles que colocam o planejamento em prática e é necessário que eles entendam a lógica de cada um dos processos. Parte de seu trabalho como gerente de projetos está em facilitar a execução de cada um dos colaboradores, inclusive no que diz respeito à gestão de pessoas.

Esse alinhamento das informações e a comunicação de cada passo do planejamento ajuda a equipe a se envolver mais no projeto, apresentando um resultado alinhado àquilo que foi proposto no planejamento inicial.

Além disso, quando as responsabilidades são definidas logo no início do planejamento do projeto, fica mais fácil eliminar as chances de fracasso, porque você consegue acompanhar cada uma das tarefas enquanto a equipe também fica ciente do direcionamento de foco para o cumprimento dessas ações.

7. Maior satisfação do cliente

Um projeto entregue dentro do cronograma e sem custos adicionais é garantia de um cliente satisfeito e feliz! E cliente feliz é aquele que voltará a fazer negócios e que recomendará o seu trabalho para outras pessoas, o que mostra que uma gestão de projetos eficiente também resulta em maiores lucros para o negócio.

Para alcançar esse resultado, é preciso que você seja capaz de gerenciar as expectativas dos seus clientes. Converse com eles, avalie as sugestões e comunique-os sobre o andamento do projeto. Ofereça a eles o mesmo tratamento que você gostaria de receber ao procurar um produto ou serviço.

Diante de tudo isso, você pôde perceber como uma boa gestão de projetos vai muito além de equipes preparadas ou objetivos bem estabelecidos. é preciso inteligência na escolha das ferramentas que serão utilizadas para o desenvolvimento das atividades e, principalmente uma avaliação junto a essas tecnologias de todos os resultados apresentados em cada fase da execução para, assim, haver uma integração e potencialização de esforços.

Você ainda não utiliza a gestão de projetos? Entre em contato com um de nossos funcionários da Eden Consultoria, e veja o que nós podemos fazer por você!
Gestão de Produção

Gestão de Produção

Gestão de Produção


Um bom planejamento pode auxiliar o empreendedor a alcançar níveis satisfatórios de qualidade, diminuir os custos e ainda, aumentar, a lucratividade de sua empresa.

Funções da gestão

Gerenciar é saber o que fazer e como fazer, de maneira eficiente e barata. é por meio do processo de gestão – sempre seguindo propósitos, princípios e valores pré-estabelecidos – que uma empresa alcança seus objetivos e metas. O planejamento exige alternativas potenciais de ação que satisfaçam os objetivos da empresa. 

As três funções da gestão são:

- Planejamento: exige alternativas potenciais de ação que satisfaçam os objetivos da empresa. é essencial avaliar os meios disponíveis para colocar essas alternativas em prática.

- Execução e controle: envolvem a responsabilidade pelos erros e defeitos, sendo que o reconhecimento e correção desses problemas devem ser realizados pelo supervisor da operação ou, preferencialmente, pelo próprio operador. Portanto, os funcionários devem estar bem informados sobre as técnicas e métodos de controle, para que tenham conhecimento das causas geradoras do defeito e para que possam manter a qualidade dos produtos.

- Monitoramento: Já o monitoramento reúne três procedimentos essenciais que, se implantados no processo produtivo, favorecem a manutenção e a melhoria da qualidade dos produtos.

1. Inspeção na fonte

Em síntese, a inspeção na fonte significa fazer conforme um método padronizado e pré-estabelecido, descrito no roteiro de produção. Com base nele, verifica-se o resultado e, se não for satisfatório, deve-se suspender a produção com erro até encontrar um novo método, mais adequado.

2. Ação corretiva e preventiva

As ações corretivas e preventivas são essenciais para evitar erros e defeitos, e devem ser monitoradas formalmente pela direção da empresa. Por mais simples que sejam as operações para a produção de determinado produto, é essencial a definição de critérios e instruções claras sobre a recuperação de componentes ou produtos defeituosos. A partir da análise dos defeitos devem ser estabelecidos métodos para prevenir sua recorrência.

3. Melhoria contínua

Melhoria contínua é o envolvimento de todas as pessoas da organização, na busca constante e sistemática do aperfeiçoamento dos produtos e processos empresariais. O objetivo dessa proposta é melhorar o desempenho dos produtos e processos de trabalho, por meio do aprendizado e da criatividade. No dia a dia, usa-se o método PDCA (planejar, executar, controlar e agir corretivamente) para manter os padrões e metas estabelecidos.

O que é gestão da produção?

A gestão da produção é uma atividade inerente a toda atividade comercial, seja ela agroindustrial, industrial ou de serviços. Consiste na gestão do ciclo que abrange desde a estruturação dos processos de produção até a conclusão e aceite pelo cliente.

A gestão de produção conta com alguns itens, a saber:

1 - Planejamento

O planejamento da produção está condicionado por fatores estratégicos de marketing e financeiros, como a previsão de vendas, o capital de giro, o fluxo de caixa, a capacidade de entrega dos canais de distribuição, etc. Com base em todos os fatores que impactam o negócio, a empresa irá, enfim, elaborar um plano de produção. O produto de toda essa análise é um cronograma de produção para o ano inteiro.

2 - Organização

A organização é um ato contínuo ao planejamento. Consiste em estruturar a produção para o melhor aproveitamento possível dos recursos, sejam eles humanos, financeiros, tecnológicos ou materiais.

3 - Comando

Para que haja uma satisfatória gestão da produção, é preciso estruturar bem a cadeia de comando, com a criação dos postos, funções, estrutura hierárquica e perfis.

4 - Controle

O controle é feito em cima das metas de produção estipuladas no planejamento. Trata-se de uma ferramenta fundamental do planejamento e da tomada de decisões. Através do controle, é possível identificar a capacidade de desempenho individual, os períodos de maior demanda de trabalho, o fluxo do consumo de materiais, o desperdício, a taxa de ocupação dos colaboradores e uma série de indicadores relacionados à qualidade da produção.

5 - Coordenação

A coordenação é a ponta da cadeia de comando. é responsável diretamente pelos resultados da operação. Controla de forma mais próxima e frequente os resultados e o desempenho individual de funcionários e equipamentos.

O que é necessário para a gestão da produção em empresas de serviços?

Seguindo o mesmo conceito que a produção de um bem material, para a produção de um serviço é necessária à presença de pessoas, equipamentos, energia, materiais e insumos, que representam o custo.

é preciso planejar todas as variáveis para obter "um produto" (o serviço entregue ao cliente) dentro do prazo estipulado, alcançando as metas de custo e produtividade.

Independente da natureza do serviço, o controle e o planejamento é feito a partir de uma planilha ou software, onde constam informações como previsão de vendas, vendas realizadas, custo do serviço prestado por cliente, número de pessoas e tempo empregado na execução de cada tarefa.

A pesquisa de satisfação

O motivo para esse expediente é estabelecer uma conexão entre duas variáveis importantes da gestão da produção em serviços: controle e relacionamento com clientes.

Ao contrário dos bens, a experiência com o produto é vivida em tempo real. Por exemplo, um paciente quando vai a uma consulta médica, está vivendo em tempo real a experiência com o produto. Se falhas na produção de bens podem ser detectadas no próprio ato da produção, em serviços elas são identificadas perante a experiência do cliente. Por isso, ao oferecer um serviço, é necessário que as empresas ouçam, anotem e reportem qualquer reclamação ou sugestão dos seus clientes.

A pesquisa também é uma forma da empresa se relacionar com o cliente e mostrar que está preocupada com a opinião do seu consumidor. Como o serviço é intangível, a empresa deve se tornar preferência dos consumidores.

Nossa equipe da Eden Consultoria é capacitada e qualificada para manter um alto nível no nosso plano de relacionamento com os clientes, exercendo um atendimento próximo e, comprometidos com os resultados entregues a eles.

Se você precisar de ajuda para abrir o seu próprio negócio, para ter mais segurança, liberdade e crescer, conte conosco e entre em contato!

Recursos Humanos

Recursos Humanos

Recursos Humanos


Na era industrial, com a inserção das máquinas nos processos produtivos, a produtividade e o faturamento das empresas sofreu um processo de crescimento exponencial. Nesse contexto, esperava-se que os trabalhadores acompanhassem o ganho de produtividade trazido pelas máquinas, de forma a aumentar cada vez mais os lucros, como se fossem uma parte dos equipamentos. Nessa época, os colaboradores de uma empresa eram vistos exclusivamente como uma ferramenta com o único propósito de garantir melhores resultados à organização. A gestão de recursos humanos se restringia a contratar e demitir aqueles que não atingiam suas metas de produção.

No início do século XX, alguns autores, como Henry Ford e Ralf Barnes, visando aumentar a eficiência dos processos produtivos, publicaram estudos em que mostravam preocupação com tempos e métodos de trabalho. Neles, foi reforçada a visão do trabalhador como um recurso passivo e praticamente sem vida, tal como um meio para atingir um faturamento cada vez maior.

A partir da década de 1930, no entanto, alguns pesquisadores, como Elton Mayo e Chester Barnard, publicaram estudos sobre a influência das interações humanas no ambiente de trabalho. Assim, com um contato mais intenso entre administração e psicologia, iniciou-se um processo de grandes mudanças no setor de gestão de recursos humanos. A partir daí iniciou-se um entendimento, por parte das empresas, que seu maior bem não são as máquinas ou os meios de produção, mas sim suas pessoas.

Após todo esse processo de evolução, o setor de Gestão de Recursos Humanos das empresas evoluiu muito. Cada vez mais, as empresas dão mais atenção e investem mais recursos em RH, sabendo da sua importância para atingir bons resultados. Destacamos alguns processos adotados na área por grande parte das empresas brasileiras atualmente:

Afinal, o que é recursos humanos?

Em seu conjunto, as pessoas constituem os recursos humanos de uma organização. Elas são responsáveis por planejar, executar, monitorar e avaliar os resultados alcançados, muitas vezes com a ajuda de softwares específicos.

Outra possibilidade é chamar de recursos humanos o setor que cuida da relação entre empregado e empregador. O setor de RH evoluiu bastante nos últimos anos, tendo destaque nos resultados de toda empresa. Hoje o setor de gestão de pessoas é estratégico e digital, além de ser responsável por grandes conquistas por meio de gente qualificada, motivada e alinhada.

Quais são as principais funções do RH?

Rotinas de departamento pessoal

Há tempos o RH deixou de cuidar apenas das questões burocráticas, como o pagamento dos funcionários ou distribuição de holerites, embora continuem compondo algumas de suas principais obrigações. é crucial estar adequado às leis trabalhistas.

Todavia, o profissional de RH ganhou um grande reforço: o software de recursos humanos. Ele facilita o fluxo de trabalho e contribui para que as tarefas sejam feitas com maior agilidade, mesmo as mais completas (como a requisição de pessoal).

é comum que as rotinas de departamento pessoal fiquem a cargo de uma área específica do RH ou sejam terceirizadas para escritórios jurídicos ou de contabilidade, como a Eden Consulting. Dessa maneira, o profissional de gestão pode focar em atividades mais estratégicas.

Recrutamento e seleção de profissionais

Mesmo a empresa mais moderna tem uma forte demanda por capital humano. é preciso gente que coloque em prática as tarefas diárias. Para tanto, o RH tem a obrigação de recrutar, selecionar e efetivar profissionais qualificados ao trabalho.

Avaliação de desempenho

é difícil que o desempenho atual dos profissionais esteja nivelado ao desempenho esperado. Logo, sempre existe uma lacuna entre o “ideal” e o “real”, sendo preciso que o setor de recursos humanos identifique e crie um plano para eliminar o gap.

Desenvolvimento de talentos

Muitos profissionais entram na empresa com poucas habilidades, então, é preciso prepará-los para crescer e entregar resultados cada vez mais elevados. Alguns até são talentosos, porém, podem melhorar para inspirar seus colegas de trabalho.

De todo modo, o desenvolvimento é atividade-chave na gestão de pessoas e uma verdadeira obrigação do RH. Se os profissionais não crescem, o negócio também não cresce. Além disso, fica muito difícil acompanhar a evolução do ambiente externo.

O recomendado é que o profissional de gestão aproveite o que há de mais moderno em termos de treinamento e desenvolvimento. Há universidades corporativas, jogos em equipe (gamificação), treinamentos online, entre outros meios atraentes e flexíveis.

Desligamento de profissionais

A maior parte dos estudos não trata dessa obrigação, mas o RH também deve desligar as pessoas certas e identificar pontos fracos. Quando há um colaborador com recorrência de desabonos, mesmo após feedbacks e treinamentos, é sinal de que a relação não deve ser mantida.

Quais são as tendências do setor de RH?

O mercado mudou muito nos últimos anos. Consequentemente, as organizações e seus respectivos setores também mudaram. O RH é o que mais passou por transições: de um departamento estritamente operacional para outro mais estratégico e digital.

Também são muitas as mudanças para o futuro. O uso de dados é uma das principais tendências. Chamada de People Analytics, a tática consiste em levantar, estruturar e usar dados para tomar decisões mais acertadas, com foco em objetivos específicos.

Mas a maior das tendências é o chamado RH 3.0, um novo modelo de fazer gestão de pessoas. Representa um setor adequado à transição digital, com processos mais digitais e, até certo ponto, autônomos. Assim, pode-se extrair o que há de melhor na tecnologia para arquitetar um RH digital, moderno e eficaz na tomada de decisões.

Agora você sabe o que é recursos humanos e conhece suas principais obrigações. é preciso cumprir as rotinas de departamento pessoal, recrutar talentos, avaliar os resultados alcançados, iniciar programas de desenvolvimento e desligar as pessoas certas.

Como melhorar a gestão da minha empresa?

1- Recrutamento e seleção para Gestão de Recursos Humanos

Esta área é responsável por divulgar o processo seletivo e engajar o máximo de pessoas a se candidatarem. Além disso, cabe à área também a seleção dos candidatos que mais se adequarem à cultura da empresa e às especificidades das vagas disponíveis, de modo a escolher a pessoa certa para a vaga certa. Nessa fase, é essencial que haja um grande envolvimento da liderança das empresas, tanto por meio da presença em entrevistas, como na divulgação do processo seletivo e dos valores da empresa. é comum que essa divulgação ocorra em redes sociais e por meio de palestras em instituições de ensino superior.

2- Treinamentos e capacitações

Os colaboradores de uma empresa devem estar constantemente sendo capacitados para conseguir executar de forma adequada suas atividades. Seja ao assumir uma nova função ou apenas aprender uma nova forma de executar alguma atividade rotineira, esses processos são fundamentais. As capacitações são apenas uma forma de os funcionários estarem sempre atualizados e aprendendo novas coisas, mas também de se sentirem valorizados pela empresa, já que terão a sensação de estarem cada vez mais aptos a executar suas atividades. Devido a esses fatores, os treinamentos ajudam a melhorar a performance dos colaboradores e, portanto, o desempenho da organização.

3- Acompanhamento e avaliação

Esta área analisa o desempenho dos funcionários que já compõem o quadro de colaboradores da empresa. Ela é essencial para garantir a manutenção de uma cultura de meritocracia. Por meio desse sistema de acompanhamento, é possível avaliar se os funcionários estão aliados com a cultura da empresa e se estão entregando resultado. Dessa maneira, ele deve ser a base da política de demissão e promoção de qualquer organização.

4- Pesquisa de clima

Outra ferramenta bastante usada pelas empresas atualmente é a pesquisa de clima. Por meio dela, é possível avaliar como está o ambiente na empresa, como os colaboradores estão se sentindo quanto ao seu desenvolvimento, o valor que veem em suas atividades diárias, entre outras questões. Dessa forma, é possível realizar uma análise de como está a motivação dos funcionários em trabalhar na empresa e, com isso, traçar planos de ação para a política de gestão de recursos humanos da organização.

Para confirmar a diferença que uma boa gestão de recursos humanos faz no desempenho de uma organização, foi publicado um relatório chamado Creating People Advantage, elaborado pela Boston Consulting Group, que ouviu 3 500 profissionais de RH e de outros departamentos em 101 países, e chegou à conclusão que as organizações que contam com um setor de recursos humanos eficiente tem um desempenho econômico duas vezes melhor do que aquelas com uma gestão de pessoas falha.

O setor de gestão de recursos humanos é cada vez mais valorizado pelas empresas no mundo inteiro. Cada vez mais as empresas percebem a importância de atrair, desenvolver e reter grandes talentos. Entretanto, para isso é necessário ter essa área bem estruturada e com processos bem definidos. Por trás de uma empresa excepcional, há sempre pessoas excepcionais. Conte conosco!

Recuperação de Créditos

Recuperação de Créditos

Recuperação de Créditos


Recuperação de crédito é um processo de cobrança baseado no relacionamento, com o objetivo principal de restituir o crédito do consumidor inadimplente, e o seu crédito junto ao mercado, oferecendo condições justas de pagamento da dívida, que serão estabelecidas extrajudicialmente  por meio de uma negociação amigável. As recuperadoras de crédito também costumam comprar dívidas de bancos ou financeiras. Assim, as contas não pagas passam a ser cobradas por essas empresas. E depois de negociar o pagamento, seu nome fica limpo, e você pode voltar ao mercado de crédito. Como funciona a compra das dívidas? Quando você tem uma dívida velha, muitas vezes o banco prefere vender a dívida para recuperadoras. E deixam de ter que fazer todo o processo de cobrança e recuperação. No momento em que a dívida passa para recuperadora, não muda o valor inicial da dívida dentro dos bancos de dados de inadimplentes, mas muda a possibilidade de negociação. A recuperação de crédito tem como objetivo não só quitar a dívida, mas te ajudar a limpar seu nome e voltar a conseguir crédito. Para isso existe o momento de negociação do valor. Qual a diferença entre cobrança e recuperação de crédito? De forma genérica, é a abordagem que a empresa tem com você e o tipo de dívida a ser negociado. Em ambos os casos, as empresas entram em contato por mensagem, e-mail ou por ligações. Quando é uma cobrança de pagamento, a empresa tem como objetivo apenas fazer com que você pague aquela pendência, que pode estar negativada ou não. Você vai ouvir várias ofertas, mas pode ser que nenhuma caiba no seu bolso, e a empresa não vai conseguir o pagamento. Agora, em caso de recuperação, as empresas têm a preocupação de oferecer alternativas que possam ser uma oportunidade para você negociar o valor e quitar sua dívida. Nesses casos, o tipo de dívida é negativada, eles não trabalham com caso de contas em atraso. Como é feita a cobrança? Antes de qualquer coisa, dê uma olhada no que diz o Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo nº 71:  “Art. 71. Utilizar, na cobrança de dívidas, de ameaça, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas incorretas ou enganosas ou de qualquer outro procedimento que exponha o consumidor, injustificadamente, a ridículo ou interfira com seu trabalho, descanso ou lazer.”  A pena para o descumprimento dessa lei é de 3 meses a 1 ano de detenção, além de multa. Ou seja, as empresas que usam como artifício a intimidação do cliente endividado estão cometendo um crime passível de punição.  Esse é mais um argumento favorável à terceirização da cobrança, fixando parcerias com empresas de recuperação de crédito. Elas efetuam o contato com recursos que chegam somente ao devedor, sempre de maneira privada e discreta. As recuperadoras também adotam medidas flexíveis, com parcelamentos e/ou descontos, sempre visando um acordo aceitável por todos os envolvidos. Logo isso acaba incentivando o cliente a se livrar da dívida. Já que ele nota que está participando de uma conciliação justa e vantajosa. Desse modo, ele regulariza a sua situação em órgãos como o SPC e o SERASA.  E quais são os benefícios de contratar uma recuperadora de crédito? - A cobrança é extrajudicial, o que a torna mais ágil e menos burocrática;  - Há a certeza de que os procedimentos serão realizados em concordância com a lei;  - As chances de uma negociação bem sucedida são muito maiores;  - A saúde financeira da empresa é beneficiada, equilibrando o fluxo de caixa.  Conforme apresentado no presente artigo, a recuperação de crédito é um processo importante para a economia e para os credores. Permite devolver ao devedor a possibilidade de realizar financiamentos, empréstimos e compras no crediário. Estas ações são benéficas para a economia como um todo, pois estão associadas à circulação de impostos e giro de capital que movimenta a economia. A recuperação de créditos é um processo importante para as pessoas jurídicas, isto é, para empresas e organizações. Com clientes inadimplentes buscando quitar suas dívidas, o empresário não precisa realizar empréstimos para pagar suas contas básicas, ou pagar juros em decorrência de eventuais atrasos. As vantagens são tantas que algumas empresas contratam advogados especializados em recuperação de créditos. Ao contratar uma consultoria jurídica de cobrança para realizar a recuperação de crédito, o empresário garante que o serviço seja realizado com eficácia e em conformidade com as exigências legais. Isso facilita o processo em si, sendo, portanto, um investimento com ótimo custo benefício.
Governança do Patrimônio Pessoal

Governança do Patrimônio Pessoal

Governança do Patrimônio Pessoal


Quando alguém torna-se empresário, é comum que essa pessoa sinta-se muito orgulhosa de sua conquista. Com razão, uma vez que essa é uma realização profissional muito importante, com grande envolvimento pessoal, resultado de muito trabalho e uma árdua caminhada.

Porém, esse contrato social traz consigo algumas responsabilidades veladas, que só hão de tornar-se conhecidas quando um problema vem à tona.

Quando problemas ocorrem na empresa, os sócios e os diretores respondem, com o seu patrimônio pessoal, por eventuais dívidas trabalhistas, tributárias e até mesmo comerciais e bancárias das sociedades das quais fazem parte, seja no seu quadro societário ou quando participam da sua diretoria.

Assim, precaver-se desse problema torna-se mandatório para evitar surpresas desagradáveis no futuro. Além do mais, essas precauções, como poderão ver nesse artigo, é simples e de baixo custo, e só traz benefícios.

O Problema

A simples figura do empresário ou diretor, compondo o quadro societário na forma de participante com quotas de participação, já o caracterizam como responsável nas seguintes ocorrências:

- No caso de dívidas trabalhistas, o patrimônio do sócio (pessoa física) quase sempre responde pelos débitos. Nas ações reclamatórias ajuizadas, o sócio da empresa devedora é, desde a propositura da ação, incluído no polo passivo da demanda e o seu patrimônio responde pessoalmente pelas dívidas.

- Nos eventuais passivos tributários, os diretores das sociedades correm um risco considerável de ter seus bens pessoais penhorados em eventuais execuções fiscais.

- Nas execuções financeiras movidas por bancos, no caso de empréstimos inadimplentes, os sócios e diretores respondem como avalistas dessas operações.

- No caso de dívidas com fornecedores os diretores e sócios respondem como garantidores da operação, na falta de pagamento pela empresa.

é aqui que um bom trabalho de Governança do Patrimônio pessoal se faz necessário. Ela fará toda a diferença e evitará a exposição do seu patrimônio pessoal.

Como podemos evitar essa exposição?

Através da Governança Patrimonial, será feito todo um trabalho onde os bens da pessoa física passarão a ser propriedade de uma sociedade a ser constituída, onde as pessoas físicas constam como sócias, e aportam seus bens a título de integralização do capital social.

Para a pessoa física, por sua vez, a situação se torna bem mais prática, pois em vez de ser detentora de diversos imóveis e, eventualmente, bens móveis, ela passa a ser detentora agora somente das quotas ou ações da sociedade, ora denominada holding patrimonial, gerando-se dessa forma uma segurança maior para o patrimônio da pessoa física.

A probabilidade de penhora de quotas e/ou ações nas demandas trabalhistas, execuções fiscais e questões financeiras é bem menor do que de eventual penhora sobre bens imóveis e móveis de propriedade da pessoa física.

Como podemos operacionalizar essa holding?

A figura da holding patrimonial é a que mais se adapta às nossas necessidades, pois simplifica bastante todos os tramites legais necessários, e se mostra mais eficaz nos seus resultado.

Salientamos como principais vantagens da constituição de uma holding patrimonial a proteção dos bens, o planejamento sucessório e, principalmente, a redução da carga tributária em um país onde a carga fiscal é cruel.

No entanto, muitos sócios e diretores de sociedades ainda desconhecem o caminho a ser percorrido para auferir esses benefícios. é aí que o trabalho de Governança Patrimonial vem ao encontro dos anseios dos empresários e, os auxilia na tarefa de formatar todas essas mudanças contratuais nas suas vidas, as quais são tão necessárias.

A constituição de holding patrimonial tem por objetivo principal o controle do patrimônio de uma ou mais pessoas físicas, que em vez de possuírem bens em seus próprios nomes, passam a possuí-los em nome da sociedade constituída.

Todos ou parte dos bens de propriedade das pessoas físicas podem ser transferidos para esta sociedade a ser constituída. Desta forma, elas serão sócias da nova empresa e detentoras da totalidade das quotas ou ações representativas do seu capital social, permanecendo, assim, no controle sobre os bens incorporados à sociedade.

A holding patrimonial não prestará nenhum tipo de serviço. Seu objeto social será a administração e participação em capitais de outras empresas, aquisição de ativos (exceto financeiros) como bens móveis e valores imobiliários, e sua venda quando necessário.

O procedimento de transferência dos bens dos sócios para a sociedade é bastante simples. Quando da constituição da sociedade, no contrato social, deverá ser previsto que a contribuição dos sócios para o capital social será através da incorporação de bens, os quais deverão ser devidamente qualificados, com a indicação dos valores a eles atribuídos.

Em seguida, será efetuado o registro do contrato social na Junta Comercial e/ou no cartório de registro de pessoas jurídicas, configurando na certidão de registro o documento hábil para efetivação da transferência da propriedade dos bens para a sociedade no registro público competente.

Aonde isso se aplica?

- Participação em Empresas Brasileiras – Sociedades Limitadas, S.As, Holdings Familiares, etc:

- Análise, estruturação e Compliance (estudo sobre a conformidade com leis e normas aplicáveis)

- Risk Assessment - eventuais impactos no patrimônio pessoal do acionista/quotista, cargo executivo ou membro de conselhos e comitês

- Bloqueio Judicial de Bens

- Seguros Empresariais - real abrangência e limitações

- Estudo sobre Eficiência Tributária

- Investimentos e Participações Off Shore

- Análise, estruturação e Compliance (estudo sobre a conformidade com leis e normas aplicáveis)

- Impactos Sucessórios

- Investimentos Imobiliários

- Planejamento e estruturação mais adequada ao tipo de investimento (Holdings, SPE, Fundos, Leasing, Built to suit etc)

- Planejamento Sucessório

- Análise, estruturação e implementação de projeto de sucessão patrimonial

Que outras vantagens a Governança do Patrimônio pessoal pode trazer?

Quando a pessoa física é proprietária de todos os seus bens imóveis, para sua transferência ou venda para terceiros, são exigidas diversas CNDs (Certidões Negativas de Débito) do vendedor, que eventualmente pode não tê-las em virtude das dívidas da sociedade da qual faz parte.

Mas caso os bens sejam de propriedade da holding patrimonial, eles poderão ser livremente transferidos a terceiros, mediante apresentação da CND somente da sociedade. No caso de sucessão também, somente as quotas e/ou ações do sucedido são arroladas no inventário, facilitando, inclusive, seu processamento.

A sociedade a ser constituído, que será detentora de todo o patrimônio, não tem maiores despesas. Isto porque a holding patrimonial não desempenhará qualquer atividade, não emitirá nota fiscal, não será inscrita no Município e nem no Estado e sua contabilidade se restringirá, a princípio, no envio de uma declaração anual de inatividade para a Receita Federal, trazendo muitas vantagens relevantes para diretores e sócios que querem proteger o patrimônio.

Além disso, existem mais vantagens, como a tributária, pois o lucro imobiliário deixa de existir, integrando o capital social da empresa; e a sucessória, pois deixa de existir a burocracia do inventário e os herdeiros passam a ter participação societária ou, caso tenha sócio, ele opta por agregar à sociedade ou pagar pela cota do herdeiro, de acordo com o que estiver estabelecido em contrato. Com a blindagem, até desentendimentos entre as famílias sobre bens deixam de existir, pois tudo pode estar previamente estabelecido em contrato.

Quais são os riscos dessa operação?

A estrutura jurídica para a blindagem patrimonial é feita de forma preventiva ao empresário que não possui nenhum tipo de débito e visa, basicamente, assegurar seus direitos futuros dos riscos incertos do seu negócio. O objetivo da blindagem patrimonial não pode ser o de não pagar débitos, de burlar a lei trabalhista ou o fisco.

A blindagem patrimonial é uma forma jurídica legal que visa estruturar a empresa para questões legais, ou seja, o empresário continua pagando os impostos, dívidas, mas se surgir uma crise ou qualquer problema na empresa dele, a casa e os bens que ele conquistou até aquele momento, não serão perdidos em regra.

Com a blindagem, o empresário deixa de ser proprietário do bem e passa a ser sócio cotista, já que o patrimônio fica integralizado no capital social da empresa, que alguns chamam de holding familiar, e outros de holding patrimonial, que, na prática é uma empresa de administração do patrimônio dos sócios.

Além do direito de preferência na compra esse sócio tem também o direito de preferência para não ter outro sócio. São cláusulas que podem ser inseridas no contrato social para não permitir que sócios terceiros entrem na sociedade e tomem posse dos bens, o que traduz o entendimento no sentido de que as cotas não são penhoráveis.

Para se determinar se as cotas são penhoráveis ou não, dependemos do grau de complexidade da dívida, de quando a dívida foi feita e se houve a intenção do administrador de fazer esse tipo de blindagem para esquivar-se dos débitos. Agora, se o empresário faz a blindagem com todas as certidões negativas de débitos, é possível alegar ao juiz o princípio da boa-fé, mas, essa matéria ainda não é pacificada pelo STF ou STJ.

A Governança Patrimonial trata justamente da prestação de todos os serviços necessários para a montagem da melhor solução de proteção legal dos bens, e da transmissão desses bens para a nova holding patrimonial.

Apesar de termos mostrado aqui todo esse processo de criação das holdings de forma bastante resumida, a estruturação da futura holding patrimonial exige muitos cuidados de ordem jurídica, tributária e econômica,  além de ter de estar casada com os contratos sociais das empresas e com outras atividades dos sócios e diretores, de modo a formar uma única peça que contemple todas as necessidade das partes, seus herdeiros e que proteja efetivamente a todos de forma eficiente.

Aqui, cabe ressaltar que cada situação terá suas características particulares, as quais serão objeto do estudo e análise nos trabalhos da Governança Patrimonial de modo a criar uma solução “taylor made” para cada caso.

Finalmente, e não menos importante, é preciso salientar que a blindagem jurídica é um processo que envolve ações de órgãos públicos e burocráticos e, portanto demora em média um ano para ser concluída, entretanto, é uma ação preventiva legal de proteção plenamente pertinente, e deve ser feita com a devida antecedência.

Para isso um bom escritório especializado em assuntos empresariais e societários é totalmente recomendado e necessário. Nós, da Eden Consultoria, temos profissionais extremamente capacitados para cuidar do seu negócio. Entre em contato conosco!

Investimento Estrangeiro no Brasil

Investimento Estrangeiro no Brasil

Investimento Estrangeiro no Brasil


No segundo trimestre de 2019 foram identificados 36 projetos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil, provenientes de 22 empresas de cinco países: Estados Unidos (EUA), China, Japão, França e Itália.

As informações fazem parte da segunda edição do Boletim de Investimentos Estrangeiros – Países Selecionados, publicação da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), referente ao período de abril a junho deste ano. O primeiro número, com dados do período de janeiro a março de 2019, havia sido lançado em abril pelo Ministério da Economia.

No segundo trimestre de 2019, do total dos projetos, 28 são investimentos confirmados com valor aproximado de US$ 15 bilhões. Quando considerados também os investimentos anunciados e ainda sem confirmação, o valor total sobe para US$ 17,9 bilhões.

Em termos de valores de investimentos confirmados, a França foi o país que mais se destacou no trimestre (US$ 8,6 bilhões), seguida por Itália (US$ 4,2 bilhões) e Japão (US$ 2 bilhões). A China e os EUA apresentaram os menores números, com US$ 213 milhões e US$ 131 milhões em investimentos, respectivamente.

Em projetos confirmados, dentre os cincos países, Japão e EUA foram os que fizeram o maior número de anúncios, totalizando sete investimentos cada, no período analisado.

No período entre 2003 e o segundo trimestre de 2019, o número de projetos de empresas dos EUA correspondeu a 45% do total dos cinco países. O número de investimentos japoneses vem em seguida, com 20% do total levantado.

Investimentos confirmados são aportes de recursos direcionados a empreendimentos no Brasil, cuja informação seja passível de confirmação por mais de uma fonte de dados, incluindo páginas institucionais de empresas ou instituições diretamente envolvidas.

Investimentos anunciados são anúncios formais de investimentos futuros, que passam a ser acompanhados pelo mercado e instituições interessadas.

Quando um investimento que havia sido computado no grupo de “Anunciados” é confirmado, seu valor sai desse grupo e passa a compor o grupo dos “Confirmados”.

A metodologia aplicada é a mesma desenvolvida para mapear os investimentos diretos chineses, que foram divulgados em sete edições até o final de 2018. é um trabalho de coleta de informações em fontes variadas na imprensa e em bases de dados não oficiais.

Quais os impactos do investimento estrangeiro no Brasil?

- Geração de Empregos
- Transferência de competências e desenvolvimento
- Transferência de tecnologia
- Acesso a redes de marketing internacionais
- Fonte de financiamento externo
- Balanço de pagamentos
- Efeito de transbordamento na economia doméstica
- Desenvolvimento da infraestrutura
Adicionalmente, o investimento estrangeiro faz com que as empresas cresçam, nivela as economias de escala em mercados domésticos e promove resultados tais como: maior produtividade, rentabilidade, geração de riquezas e empregos. O IED também expõe as empresas nacionais a novas ideias e práticas, e pode ainda significar um aumento do fluxo de saída de exportações.

Contudo, ao mesmo tempo que o interesse no Brasil é imenso, grandiosas são também as dúvidas e inquietações em razão da alta carga tributária e o complexo sistema legal vigente, sendo assim imprescindível a assessoria nas seguintes situações:

- Análise e estruturação mais adequada ao tipo de investimento: Investimento Direto, Private Equity, Resolução 2689, Commercial Paper, Leasing etc

- Estudo sobre Eficiência Tributária Compliance (estudo sobre a conformidade com leis e normas aplicáveis)

- Registro e remessa de Capital
- Ingresso de moeda e de bens no País
- Conversão de empréstimo em investimento
- CNPJ de empresa estrangeira
- Documentos pessoais brasileiros para estrangeiros (visto, RNE e CPF)

Está pensando em fazer parte desse grande mercado de investimentos? Entre em contato conosco da Eden Consultoria, será um grande prazer para nós atendê-lo!
Coach e Mentoria

Coach e Mentoria

Coach e Mentoria


Atualmente, é comum as pessoas confundirem o coaching com a mentoria ou consultoria. Esse equívoco acontece por que esses processos têm como foco o aumento de resultados, sejam pessoais, profissionais ou organizacionais, com o propósito de elevar o desempenho de pessoas, times e empresas. Então, qual é a diferença entre eles?

A Mentoria – também chamada de mentoring – é uma atividade exclusivamente exercida por um profissional experiente em sua área de atuação. Se você acabou de assumir o cargo de diretor de marketing em uma nova empresa, por exemplo, e está inseguro em relação a desafios específicos, pode contratar um mentor com ampla bagagem em marketing para te dar conselhos que iluminarão o seu caminho. Esse profissional, um tipo de “tutor”, irá compartilhar com você conhecimentos e experiências para estimular o seu desenvolvimento nessa sua nova jornada.

A consultoria, por sua vez, é um serviço focado em diagnósticos e processos com a finalidade de suprir necessidades específicas do cliente por meio de recomendações de ações e apontamento de soluções. Vamos supor que sua empresa atrasa constantemente a entrega de um determinado produto, resultando em prejuízos financeiros. Nesse caso, o consultor, que é um especialista em uma determinada área, irá fazer um diagnóstico do processo de produção deste produto, avaliar as informações coletadas, desenvolver um projeto e, por fim, implantar as soluções.

Já o “Coaching”, é um processo que visa elevar a performance de um indivíduo (grupo ou empresa), aumentando os resultados positivos por meio de metodologias, ferramentas e técnicas cientificamente validadas, aplicadas por um profissional habilitado (o coach), em parceria com o cliente (o coachee), explicam os fundadores da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta e Flora Victoria.

O coach não dá conselhos, como o mentor; também não fornece soluções prontas ao cliente, como o consultor. Qual é o seu papel, então? Esse profissional estimula o alcance de entendimentos, alternativas e opções que levam o coachee a ampliar suas realizações e conquistas. Esse processo acontece por meio de desenvolvimento de competências necessárias para que o cliente atinja as suas metas, contribuindo intensamente para que possa obter excelentes resultados pessoais, profissionais e para o seu negócio.

Portanto, Coaching e Mentoring possuem uma importante diferença, e a sua confusão é perigosa. Resumindo, os dois conceitos conduzem à mesma finalidade, que é desenvolver o máximo potencial do cliente para que ele alcance o seu objetivo, mas tem abordagens diferentes.

A estratégia do Coaching

Lembre-se que a estratégia do coaching irá lidar com o desempenho emocional do cliente e não com o desempenho prático e técnico. Deste modo, ele pode atuar como um coach financeiro, pessoal, empresarial, conjugal, entre outras modalidades, basta ter uma certificação correta.

Por exemplo: se uma empresa do ramo do agronegócio precisa contratar um coach, não é obrigatório que este tenha alguma capacitação ou curso superior relacionado às ciências agrárias, porque o seu objetivo é atuar na performance e no desempenho dos funcionários.

O processo de Mentoring

Já o processo de mentoring é uma metodologia abordada, geralmente por empresas, que visa o compartilhamento de saberes técnicos entre mentor e colaborador.

Se um funcionário jovem, normalmente aqueles que estão começando a carreira, é mentorado por alguém que possui muito mais prática e mais vivência na área de atuação que ele, este terá um maior aprofundamento em relação aos conhecimentos técnicos e assim poderá evitar cometer erros profissionais básicos e chegar a alcançar o nível de seu mentor.

No que se refere ao desempenho, o mentoring está muito mais ligado ao segmento profissional que o pessoal, embora orientações de viés pessoal também possam ser passadas durante o processo de mentoring.

A estratégia do Mentoring

Vejamos qual a estratégia do Mentoring através de um exemplo prático. Digamos que você queira se tornar um esquiador e esteja indo hoje mesmo para a Suíça. Lá você irá encontrar um treinador ou um instrutor que sabe lecionar esse tipo de aula.

Após algum tempo, você já conseguiu evoluir consideravelmente no esporte e hoje faz competições de nível internacional, então entra a figura do mentor. Ele é o esquiador que já ganhou campeonatos, que construiu uma carreira e avançou profissionalmente no esqui. E assim você conta com ele para aumentar o seu desempenho profissional.

Os segmentos do Coaching

- Coaching de vida: Ao trabalhar com um coach de vida, os clientes também se concentram no que querem focalizar e aprendem a trabalhar e construir uma estrutura a partir disso. Se eles não sabem o que querem em suas vidas, por consequência, não saberão aonde chegar nem se chegaram, se é que vão chegar. Por sua vez, se eles sabem o que querem, já começam a fazer novas escolhas e criar novos hábitos comportamentais, reduzindo e, em alguns casos, eliminando a paralisia comportamental.

- Coaching Executivo: O coach que trabalha nessa área dá suporte para resultados comerciais factíveis, ampliando o volume de negócios, produtividade, aumentando a satisfação no trabalho e o valor da organização. A empresa pode acompanhar os resultados desse processo, fazendo avaliação antes e depois da realização do Coaching Executivo, para mensurar o retorno sobre o investimento (ROI). Um coach executivo também pode apoiar, organizar e implementar o Leader Coaching, um programa que inspira gestores a tornarem-se líderes de sucesso.

Os principais benefícios do coaching:

- Definição de metas e objetivos mais claros;
- Desenvolvimento de planos de ação efetivos;
- Tomada de decisões mais rápidas e assertivas;
- Planejamento estratégico;
- Gestão de tempo e de atividades;
- Produtividade e foco;
- Autoconfiança;
- Melhoria na comunicação;
- Inteligência e controle emocional;
- Resiliência e autocontrole;
- Autoconhecimento e autodesenvolvimento;
- Desenvolvimento e aprimoramento de habilidades e capacidades;
- Relacionamento interpessoal;
- Quebra de crenças limitantes.

Os segmentos da Mentoring:

- Mentoring formal e informal: A primeira e mais óbvia distinção é aquela que existe entre os mentores profissionais e os conselheiros que você adota ao longo da sua vida. No primeiro modelo, mesmo que não haja uma retribuição financeira, existe um ritual padronizado por meio da qual a mentoria é implementada. Um calendário de reuniões, com tempo pré definido e resultados esperados. Por outro lado, o mentoring informal ocorre quando você encontra alguém dentro da sua empresa ou do seu círculo de relações que está ou esteve em uma posição profissional hierarquicamente superior a sua e está disposto a repassar alguns conselhos com base na própria experiência.

- Mentoring interno e externo: O mentoring, no caso específico do processo organizacional, pode ser externo ou interno. Um deles caracterizado por mentor e mentorado fazerem parte da mesma empresa e o outro com base em uma figura externa a organização. Ambos os modelos têm vantagens e desvantagens e é preciso avaliar qual a solução mais adequada para seu contexto profissional.

Por um lado, o mentor interno entende os processos, hierarquias e o modelo de negócios da sua organização com mais profundidade e pode prever entraves da cultura e administração interna a seus objetivos, bem como identificar as oportunidades específicas da sua empresa.

Em lado oposto, o mentor externo consegue olhar para as questões de forma holística e inovadoras e trazer contribuições do mercado diferentes daquelas que estão em vigor na sua empresa hoje. Esse profissional traz ainda a bagagem de outros negócios em que já atuou.

- Mentoring horizontal: A relação entre mentor e mentorado pode ser ainda horizontal em que pessoas que vivem o mesmo contexto compartilham as vivências e os resultados sejam eles positivos ou negativos. Eles ainda trocam recomendações sobre como agiriam caso estivessem na função do outro. Um dos pontos mais benéficos desse tipo de mentoria é a relação empática entre os mentorados e mentores que, como partilham do mesmo contexto, tem mais facilidade de se colocar no lugar do outro.

- Orientação em grupos: A mentoria também pode ser um processo coletivo em que um mentor atua simultaneamente com múltiplos mentorados. Esse processo é muito comum no ambiente digital, em que profissionais de renome em áreas como gestão de pessoas, comunicação corporativa, empreendedorismo e tecnologia criam salas virtuais, nas quais compartilham com a plateia suas experiências, recomendações e respondem às dúvidas da audiência.

Esse tipo de sessão consegue simultaneamente absorver os benefícios de um mentor profissional e da mentoria horizontal, pois, um mentorado aprende com as dúvidas do outro.

- Mentoring express: Sem a pretensão de esgotar as possibilidades de mentoring, existe a mentoria expressa. Nesse modelo de orientação, o mentor e mentorado tem um período reduzido de contato, muitas vezes em uma única sessão. O grande benefício é agilidade, afinal, o mentor precisa em um curto espaço de tempo repassar o máximo conhecimento e, com isso, causa uma transformação grande o suficiente para ampliar a performance do mentorado.

Os benefícios do mentoring:

- Melhoria de desempenho
- Redução de erros gerenciais e de operação
- Partilha de Informações
- Aumento da satisfação no trabalho
- Redução do turnover organizacional
- Network com profissionais da área
- Visibilidade de talentos e competências
- Desenvolvimento de competências

Vimos até aqui que as áreas possuem uma finalidade similar, mas existem perigos em aplicá-las fora do contexto certo.

Ao colocar um profissional que não tem experiência técnica suficiente para ser um mentor à frente de equipes, funcionários ou grandes públicos, corre-se o risco de que ele ministre treinamentos sem ter competência para tanto.

Quer dizer, se o profissional ainda não alcançou grandes feitos ou teve grandes vivências em sua trajetória profissional, como ele instigará e desenvolverá os colaboradores que o assistem?

Para a contratação do coach podemos seguir a mesma linha de raciocínio. Como um coach ou uma empresa que atua no coaching, que não possui credenciamento, certificações e métodos que tenham resultados comprovados poderão desenvolver o máximo de algum profissional?

Portanto, é aí que reside o grande risco de ter um processo de coaching ou mentoring conduzido por uma pessoa despreparada. Sempre que buscar uma das duas opções, procure profissionais capacitados e reconhecidos no mercado, que tenham resultados comprovados, como a equipe da Eden Consultoria.

Agora que você já entendeu como diferenciar um método do outro e os perigos que permeiam escolhas erradas, esteja atento às futuras contratações e atuações de coaches e mentores dentro de sua organização.